EUA impõem novas sanções contra integrantes do governo e empresas do Irã

Por efe
10 de Enero de 2020
Actualizado: 10 de Enero de 2020

Washington, 10 jan – Os Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira novas sanções econômicas ao Irã, desta vez tendo como alvo oito funcionários do alto escalão do governo, entre eles o secretário do Conselho de Segurança Nacional Supremo, Ali Shamkhani, e os “maiores produtores” de aço, ferro e cobre do país.

“Essas sanções continuarão até que o regime (iraniano) interrompa o financiamento do terrorismo global e se comprometa a nunca ter armas nucleares”, disse o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, em pronunciamento na Casa Branca ao lado do secretário de Estado, Mike Pompeo.

Mnuchin justificou a nova rodada de sanções alegando “envolvimento desses funcionários nos ataques com mísseis balísticos” no Iraque e ressaltou que elas também têm como alvo os “maiores produtores de metais” do país, assim como “outros setores como a da construção, o manufatureiro e o da mineração”.

Como consequência, disse Mnuchin, dezenas de milhões de dólares em apoio a atividades terroristas na região serão cortados.

Além de Shamkhani, também serão sancionados Mohammad Reza Ashtiani, vice-chefe de gabinete das Forças Armadas Iranianas, e Gholamreza Soleimani, chefe da força paramilitar Basij, que pertence à Guarda Revolucionária Islâmica.

“Queremos que o Irã se comporte como uma nação normal”, disse Pompeo.

A imposição destas sanções já tinha sido antecipada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em discurso após o Irã ter atacado com mísseis, na última quarta-feira, duas bases usadas por tropas americanas no Iraque.

Done a The Epoch Times

Cómo puede usted ayudarnos a seguir informando

¿Por qué necesitamos su ayuda para financiar nuestra cobertura informativa en Estados Unidos y en todo el mundo? Porque somos una organización de noticias independiente, libre de la influencia de cualquier gobierno, corporación o partido político. Desde el día que empezamos, hemos enfrentado presiones para silenciarnos, sobre todo del Partido Comunista Chino. Pero no nos doblegaremos. Dependemos de su generosa contribución para seguir ejerciendo un periodismo tradicional. Juntos, podemos seguir difundiendo la verdad.

TE RECOMENDAMOS