Problema do cinema brasileiro não é “censura”, é má qualidade mesmo

Foram R$680 milhões gastos em 2018 com 151 filmes vistos por menos de mil pessoas
Por Cláudio Humberto, Diário do Poder
23 de Agosto de 2019
Actualizado: 23 de Agosto de 2019

O cinema brasileiro não tem problemas de censura, como agora pretendem seus defensores, e sim de qualidade. E certamente por isso o ministro Osmar Terra (Cidadania) recomendou que diretores e produtores façam coisa que preste. Não dá para continuar como está: somente em 2018, o Fundo do Audiovisual gastou R$680 milhões, retirados dos cofres públicos, para bancar integralmente 151 filmes brasileiros que foram vistos em média por menos de mil espectadores. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O ministro da Cidadania lembrou que cada uma das 151 produções recebeu cerca de R$4,5 milhões “para filmes que ninguém vai ver”.

Foram R$680 milhões, que fazem falta em outros setores, apenas em exibições particulares “para amigos que gostam muito do cineasta”.

Uma mudança em pauta, segundo o ministro, é exigir a devolução de parte do dinheiro, tornando a busca por público uma parte importante.

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