Após foto com Bolsonaro, Diego Hypolito diz que foi ameaçado de morte e está com síndrome do pânico

Ginasta contratou segurança após ser ameaçado por gays de esquerda. Também diz que foi mais bem tratado por evangélicos após se assumir homossexual. A esquerda ama odiar

Por Senso incomum - Carlos Eduardo de Freitas Rocha
04 de diciembre de 2019 6:31 PM Actualizado: 04 de diciembre de 2019 6:32 PM

No Brasil jeca da elite tagarelante, dos ungidos cuidadores das condutas alheias, quem não preste reverência a visão autoritária de esquerda vira um branco-hétero-cisticercose-catavento-binário-otário. Diego Hypolito postou uma foto com o presidente Bolsonaro: foi a senha para que o ginasta, que se assumiu gay há cerca de um ano, tornar-se o vilão dos amorosos esquerdistas.

Mesmo com toda a homofobia declamada pela esquerda, o pobre Diego teve de contratar seguranças e passa por um quadro de síndrome do pânico não quando se assumiu gay, mas quando tirou uma simples foto com Bolsonaro.

Em entrevista, Diego disse:

Passei alguns dias com medo de sair de casa. Estou muito deprimido e desenvolvi síndrome do pânico. Fui ameaçado de morte, maltratado e xingado de tudo nas redes sociais. Nunca vivi nada igual, sinceramente.”

A galerinha do bem detesta o diferente, o antagônico. Será que hesitariam em eliminar fisicamente pessoas que não defendem suas visões?

 

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora. e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

As opiniões expressas neste artigo são de opinião do autor e não refletem necessariamente as opiniões do Epoch Times.

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